quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Um pouco de revolta é normal.

Analisando a situação do "termino" de um relacionamento, me deparei com um turbilhão de pensamentos, e um deles foi o seguinte: Como alguém tem coragem de pôr nas mãos do outro uma decisão importante para ambas as partes? Eu particularmente acho que não poderia ser assim, como se já não bastasse a dor que a pessoa carrega, ainda tem que tomar a decisão de assinar embaixo uma coisa que foi o outro quem quis. Cara isso é egoísmo. Certo que ninguém é obrigado a ficar na vida de ninguém, e o relacionamento só vai até onde dá, beleza, é assim mesmo, a vida é isso, mas porra você pedir pra sua até então companheira pra decidir o que será, já é demais, se você não quer meu amigo, ótimo, se o relacionamento desgastou, encha o peito de coragem e diga que não da mais, seja nu e cru, diga que o amor acabou, que só deu até aqui, seja sincero, e mesmo que doa seja verdadeiro, mas não peça pra ela decidir por você. Isso é pra que? Pra depois dizer: Ah, mas você aceitou numa boa. E não é pra aceitar cassete? Já diz o ditado "quando um não quer, dois não brigam", assim é o relacionamento, por mais que alguém aí queira muito, se esforce, dê o sangue, a alma e a vida pra que dê certo, se ambos não estiverem com as mesmas vontades não vai cara, engrena, vai dar merda.
Além de pedir pra pessoa "decidir" pelos dois, ainda dizer: "Você me entende né?" Entende é o caralho. Quem vai entender um termino assim do nada, do dia pra noite? Mande sua mãe que lhe pariu lhe entender. Até então ninguém quer saber como a outra pessoa se sente, se ta doendo, como ela irá ficar, como tá digerindo essa situação, agora a pessoa além de ta sofrendo, tem que entender? aaaaaaaaaah vai se lascar cara. Para pessoas desse tipo eu espero do fundo do meu coração que amadureça sabe, se entenda, porque pra alguém entender, a pessoa ao menos tem que ser esclarecido de quem é.
Mas, Deus é tão bom que Ele cria outro dia, e nos dá uma nova página da nossa vida pra escrever, o tempo vai passando e as coisas vão pros seus devidos lugares, com ou sem alguém pra chamar de amor podemos sim ser feliz outra vez.

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